Pressão
Depois de tudo o que foi escrito sobre recursos para a conclusão da duplicação da BR-116, entre Pelotas e Guaíba, segue a imperiosa necessidade de cobrança junto ao Governo Federal.
Pelotas, Rio Grande e as zonas Sul e Centro-Sul precisam, mais uma vez, marcar território e não pedir, mas exigir a conclusão do projeto em 2027.
Para tanto, marcação cerrada em senadores e deputados federais, para a destinação de recursos no Orçamento da União no ano que vem. Também em governadores, deputados estaduais e entidades.
A divulgação da “não verdadeira informação” sobre a falta de recursos para a continuidade da obra, serviu para, em tese, acabar com a inércia e subserviência regional sobre o caso.
Se faltam 31 quilômetros para a conclusão e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), garante para este ano com a liberação de 20 quilômetros, o cálculo não é dos mais difíceis.
Com a ajuda da sempre útil Regra de 3? Lembram? Se 20 equivale a 110, 11 equivalerão? Multiplica, divide, nomes fora, mais ou menos, chega-se a R$ 60,5 milhões.
Este o necessário para garantir no Orçamento e assegurar a finalização em 2027. Nada para 2028.
As cartas estão na mesa. Se a zona sul mobilizar-se e, mais uma vez, mostrar força, dizendo que quer a conclusão do projeto no ano que vem, o êxito será obtido.
Permitam sugestão do Espeto: capitaneados pelo Centro das Indústrias de Pelotas, entidades de Rio Grande e outras cidades e a Associação dos Municípios da Zona Sul, convidem o diretor geral do DNIT, Fabrício Galvão para uma reunião em Pelotas.
A partir daí, a critério da imaginação de cada um…

