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Após a fala de Míriam Marroni (PT) a sessão ordinária seguiu, tendo no comando, o primeiro vice-presidente Marcelo Bagé (PL).
Usaram da palavra, na tribuna, o vereador Rafael Amaral (PP), a vereadora Fernanda Miranda (PSoL) e o vereador Cauê Fuhro Souto (Podemos).
Amaral foi objetivo e questionou desejos para a cidade e falou sobre comportamento. “Temos que tratar no campo das ideias e não pessoais. Se perde muito tempo em cima do pessoal. Quando a pessoa é pequena, ataca o pessoal”, afirmou.

Fernanda Miranda (PSoL) solidarizou-se com Míriam Marroni (PT) e lembrou fatos já acontecidos com ela. “Temos medo porque é real. Não podemos minimizar. Isso envergonha o Parlamento. O Ministério Público está mentindo? Não podemos achar que é normal. São três vereadores com poder”, aponta.

Cauê acusou, sem citar seu nome, Míriam Marroni de chorar para fazer corte para postagem e sensacionalismo. Disse que na Câmara não foi encontrado um Real e que “essa Câmara exige respeito “.

Provocou, mais uma vez, o Ministério Público. Na tribuna afirmou que iria revelar quem vazou as informações sobre a Operação Expurgo. “É um membro do Ministério Público que divulgou. Vou falar”, disse. Mas não falou.
Concluiu afirmando que não estava se vitimizando e, sobre o choro da vereadora Míriam Marroni (PT) apontou que ela “teve um ano e sete meses para chorar pelo povo”.

