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Não convidem para a mesma convivência sobre a causa animal, a vereadora Marisa Schwarzer (PSDB) e o vereador Cauê Fuhro Souto (Podemos).
Ela encaminhou representação ao Ministério Público contra ele, em função de manifestação e postagens nas redes sociais de fatos não verdadeiros sobre o Canil Municipal

A tucana lembrou situação ocorrida durante sua visita ao Canil. Sem citar o nome de seu desafeto, disse ela que ele fez publicação dizendo ter ela ido ao Canil para convencer os e as que lá trabalham, em não comparecer na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), já instalada e presidida por Souto.
Marisa não gostou. Afirmou na tribuna que, ao contrário, quando perguntada por servidoras que lá atuam disse-lhes que deveriam ir e falar a verdade.
Lembrou ela de situação envolvendo o Canil e que uma reunião para discutir o assunto, foi convocada pelo presidente, vereador Michel Promove (PP).
Apontou indignação de colegas, que aventaram “medidas cabíveis severas” e seu encaminhamento à Comissão de Ética.
Questiona: “Agora eu pergunto: aonde está essa indignação diante de uma investigação do Ministério Público sobre tudo que foi dito nos jornais? Várias acusações”.
Continuou Schwarzer: “Eu tenho certeza que essas mentiras, essa imputação de crime contra a minha pessoa, é mais uma cortina de fumaça para desviar a atenção daquilo que realmente precisa ser investigado”.
Confirmou que formalizou denúncia no Ministério Público “contra o vereador responsável pelas acusações feitas contra mim e a continuidade das falas e mentiras ditas pelo vereador”. Não cita o nome de Cauê.
Marisa encaminha o encerramento de sua fala ao afirmar que a Imunidade Parlamentar é uma garantia fundamental para o exercício do mandato, mas que não pode ser tratada como carta branca para imputar crimes à terceiros. “A tribuna não é terra sem lei”, aponta.
Segue ela: “Há muito tempo eu venho sofrendo essa perseguição dentro dessa Casa. Divergências políticas eu aceito, fiscalização eu respeito. O que não vou aceitar é a acusação falsa de crime”.

E faz a conclusão: “O vereador vai ter que provar no Ministério Público todas as mentiras e imputações que ele fez contra a minha pessoa. Pode ter certeza se tem alguém que nunca vai me intimidar é esse vereador, porque eu tenho caráter “.
Neste momento, a vereadora Míriam Marroni (PT) faz o pedido de um Aparte, que lhe é concedido…

