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Na mesma toada do tópico anterior, as relações políticas e pessoais entre os vereadores e com o Executivo, transitam em uma corda bamba e, em situações perigosas, em um fio de navalha.
Entre a maioria dos representantes do povo, a acirramento nas relações é pública e notório. Nem o pseudo tratamento parlamentar de “Vossa Excelência” pra cá, “Vossa Excelência” pra lá, é respeitado e/ou entendido como tal.
Situação e oposição não se entendem. Desde o primeiro dia do governo PT/PSoL. Assim será até 31 de dezembro de 2028?
No governo, seus principais agentes sabem que dependem e dependerão da Câmara para a aprovação de seus principais projetos, muitos ainda vinculados à campanha eleitoral de 2024.
As relações institucionais e republicanas, estão ideologisadas e pessoalizadas. O ranço político chegou em níveis nunca antes vistos na democracia pelotense.
Muitos e muitos capítulos por vir. Os autores escrevem – ou tentam – seus roteiros até agora não levados a termo pelos atores.
Também por isso. Todo o cuidado é pouco em uma “novela escrita por várias mãos “. Informações repassadas podem ter outros objetivos e quebram a confiança em quem antes a possuía.


Oposição está comprometida, não consegue se desligar do Agostinho Meirelles, o que será que ganhaR$am???