Cronograma

Primeira reunião pública da Comissão de Ética da Câmara de Pelotas confirmada para terça-feira que vem, dia 13.

A reunião será pela manhã, após a primeira parte da sessão plenária e as reuniões das comissões de  Constituição e Justiça e Orçamento e Finanças.

Reunião definiu próximas atividades da Comissão de Ética.

A definição ocorreu na manhã de hoje, em reunião realizada no Plenarinho e restrita aos vereadores,  Assessoria Jurídica e alguns assessores. Apesar de fechada, todo o seu conteúdo foi gravado.

Vereador Jurandir Silva (PSoL) – muita calma nessa hora. Foto: Arquivo SE

Mesmo com a calma que lhe é peculiar e fala mansa, que a situação convém, o vereador Jurandir Silva (PSoL), presidente da Comissão, teve seus momentos de tolerância e paciência quase esgotados.

A reunião foi para estruturar os próximos passos da Comissão. Tudo encaminhado como a conferência de documentos já protocolados, outros a serem solicitados e oitiva de convocados.

Cobranças

A primeira discussão foi entre Jurandir Silva (PSoL) e Cauê Fuhro Souto (PV). No início dos trabalhos, Cauê entrou na sala.

Jurandir viu, avaliou e não gostou. Com sua voz pausada, ele deixou a entender que Cauê não poderia participar e pediu que se retirasse. “O senhor é parte e não pode ficar aqui”, apontou.

Aí foi a vez de Cauê não gostar. Tentou justificar mas saiu do átrio, atrás da porta de vidro. Com a porta de madeira fechada, no topo da escada, Cauê começou a transmitir ao vivo em suas redes sociais, não poupando críticas ao presidente.

Quem também estava presente foi o vereador Ivan Duarte (PT), autor da representação contra Cauê Fuhro Souto.

Achando que provocaria a saída do petista, o vereador Daniel Fonseca (PSD), questionou sua presença. Também calmo e com a experiência de vários mandatos, Duarte não mordeu a isca.

Vereador Daniel Fonseca (PSD) questionou presença do vereador Ivan Duarte (PT) na reunião. Foto: Arquivo SE

Argumentou ele ser a reunião para estruturar os trabalhos das duas representações. Também disse que não havia motivos para preocupações  e que quando a pauta envolvesse a sua representação contra Cauê, ele não participaria.

Vereador César Brisolara (PSB). Foto: Arquivo SE

Outro desconforto foi demonstrado pelo vereador César Brisolara (PSB) relacionado com a fala feita por Cauê,  no lado de fora, mas com decibéis em tom muito elevado.

Fala de Cauê incomodou participantes da reunião da Comissão de Ética.
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