Bula
Retorno – ou continuidade – das críticas à gestão na Secretaria Municipal de Saúde. Problemas apresentados, cobranças políticas e uma boa iniciativa do vereador Tauã Ney (PSDB).
Os vereadores Marcos Ferreira (União Brasil), Cauê Fuhro Souto (PV) e Daniel Fonseca (PSD) não pouparam, mais uma vez, a secretária de Saúde, Angela Vitória (PT).
Cauê falou em desrespeito e ofensas feitas contra os vereadores. Disse que o Legislativo não pode se curvar e aceitar. Defendeu a convocação da secretária para explicações e respostas aos questionamentos.
Fonseca seguiu na mesma linha e abordou problemas no Pronto-Socorro e unidades de saúde.
Ferreira tratou da gestão da e na pasta. Falou em falta de medicamentos, profissionais, gase, esparadrapo e até papel higiênico. Revelou que no domingo recebeu telefonema de morador na zona norte, pedindo a doação de rolos de papel higiênico, que não havia nos postos da região.
Realidade
O vereador Tauã Ney (PSDB) seguiu com o tema saúde e falou em clima de guerra, ambiente bélico que impera sobre a saúde.
Diretamente vinculado ao segmento, especialmente na Oncologia, Tauã revelou que desde o ano passado realiza mapeamento dos pacientes oncológicos em Pelotas.

Também falou sobre a legislação vigente no Brasil sobre a doença, considerada uma das mais modernas e eficientes do mundo, servindo de exemplo para outros países. “Por que na prática não funciona?”, questiona o tucano.
Ele revelou várias situações que envolvem o diagnóstico, o tratamento e a busca da cura. Apontou a Lei dos 30 Dias, para o diagnóstico, a Lei dos 60 Dias para o início do tratamento e situações específicas e financeiras.
Tauã Ney indicou que existe legislação federal que garante e auxilia financeiramente o paciente para deslocamentos para outras cidades.
Por fim, confirmou o envio de amplo Pedido de Informações à Secretaria da Saúde. Objetiva saber a situação de todos os pacientes oncológicos. “Espero que não peçam dilação de prazo para a resposta. Como dizemos, cada dia importa”, disse ele.

