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Faltando sete meses para o encerramento do ano legislativo, crescem as movimentações para a definição do futuro presidente da Casa do Povo.
Há um acordo firmado entre os vereadores dos partidos de oposição, que detém maioria, hoje de 15/14 contra 6/7.
Pelo acordo, a presidência de 2025 foi do PSD, que teve Carlos Júnior. Neste ano, 2026, o cargo é do PP, com Michel Promove.
Para 2027, a presidência é do União Brasil, que tem bancada com três vereadores: Cristiano Silva, Marcos Ferreira e Rafael Barriga. Os dois primeiros já foram presidentes.

A presidência em 2028 será, se mantido o acordo, do PL. A bancada tem os vereadores Marcelo Bagé e Júnior Fox.
Movimentos
Bagé e Fox serão candidatos à deputado estadual em outubro. Se um dos não se eleger, o que sobrar deve ser o presidente.
Se os dois não se elegerem, nomes aptos e com muita conversa para acertos gerais. Hoje a relação entre Bagé e Fox é republicana e institucional.
Se os dois forem eleitos, o PL terá uma bancada nova na Câmara. Entram os suplentes José Anselmo Rodrigues (1.610 votos) e Carlos Eduardo Lacerda Gonçalves (964 votos).
O Executivo não está alheio ao que acontece e/ou poderá vir a acontecer nos próximos meses. Seus principais articuladores apostam em cisão no grupo de oposição e o seu apoio para outra candidatura.
Neste caso, a hoje minoria passaria a ser maioria, ficando com 11 ou 12 votos. Ou mais um ou dois. Tudo pode acontecer. É só esperar.
Na sexta-feira passada, o Espeto recebeu informação de que o vereador Marcelo Bagé (PL), caso não consiga ser eleito deputado estadual, colocaria seu nome para a presidência em 2027.

Perguntado a respeito e por mensagem de áudio, ele respondeu: “Não existe nenhuma possibilidade de isso acontecer. Nenhuma possibilidade. Zero possibilidade”.
Reunião marcada para amanhã, fará análise e a avaliação do momento político, relações entre Legislativo e Executivo e, se calhar, a Mesa Diretora para o ano que vem.

